CIPA e CCIH lança campanha no Hospital da FAP: Adorno Zero

A equipe da CIPA e CCIH do Hospital da FAP lança campanha para o não uso de Adornos pelos funcionários. Segundo a NR 32, todo trabalhador do serviço de saúde, bem como aquele que exerce atividades de promoção e assistência à saúde exposto a agente biológico, independentemente da sua função, deve evitar o uso de adornos no ambiente de trabalho, para prevenir infecção.

A Norma Regulamentadora 32 (NR-32) foi criada para garantir a segurança e a proteção dos trabalhadores que atuam em estabelecimentos destinados à prestação de assistência à saúde, sendo observâncias obrigatórias para empresas, seja pública ou privada, e não se aplica somente a médicos e enfermeiros, mas a qualquer trabalhador, inclusive da parte administrativa e de prestadores de serviços.

As orientações valem para todos os colaboradores, principalmente, profissionais e alunos que prestem assistência ao paciente ou que, de alguma forma, entrem em contato com fluidos, secreções e qualquer tipo de matéria orgânica proveniente do paciente ou do processo assistencial, e também aqueles que manipulem alimentos e dietas, visando garantir a sua própria segurança.

Além de determinar procedimentos hospitalares, a norma também rege o comportamento dos profissionais da área, indicando a obrigatoriedade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a proibição do uso de adornos, que podem trazer riscos biológicos de contaminação. São adornos: aliança, anéis, pulseiras, relógios de uso pessoal, colares, brincos, broches, piercings expostos, gravatas e crachá pendurados com cordões, e neles podem riscos biológicos pelo acúmulo de resíduos.

Portaria nº 137/2016, que regulamenta o uso de adornos no Complexo Hospitalar.