Dia Internacional de Combate ao Câncer Infantil

Hoje, 15 de fevereiro, é o Dia Internacional de Combate ao Câncer Infantil, doença rara entre crianças e adolescentes que atinge um a cada 600 indivíduos, com até 15 anos de idade.

Os cânceres infantis mais comuns são a leucemia, câncer do sistema nervoso central e linfático, excedente principalmente entre criança de 2 a 5 anos, onde na maioria das vezes é resultado de alterações no DNA das células, até antes do nascimento, não estando relacionado ao estilo de vida e a fatores de risco ambientais.

O principal meio de prevenir e diagnosticar é levando a criança regulamente ao médico e ficar atento qualquer sintoma incomum e persistente, como: nódulo ou inchaço incomum, palidez inexplicada e perda de energia, repetidas contusões, dor progressiva, andar mancando, febre inexplicada ou doença que não melhora, dores de cabeça frequentes, muitas vezes com vômitos, alterações súbitas de visão e perda de peso súbita e inexplicada. Porém muito desses sintomas podem ser provocados por outras razões, por isso, é preciso ficar sempre atento.

O tratamento vai variar de acordo com o tipo e estadiamento da doença, mas variam entre quimioterapia, cirurgia, radioterapia e outros tipos de tratamento. Apesar das exceções, os cânceres infantis geralmente respondem bem à quimioterapia, uma vez que a maioria das formas de quimioterapia afeta as células que estão em desenvolvimento. O organismo das crianças geralmente se recupera mais rapidamente de altas doses de quimioterapia do que o dos adultos.

Índice de cura do câncer em crianças e adolescentes deu um salto nos últimos 30 anos. Hoje, quando tratados em centros especializados, entre 70% a 80% dos pacientes infantis ficam curados, ou seja, vivem cinco anos ou mais após o diagnóstico e tratamento, sem sinais ou sintomas da doença.

Fontes: https://www.roche.com.br/home/farmaceutica/areas_terapeuticas/oncologia/imuno-oncologia/cancer-infantil.html

http://www.oncoguia.org.br/cancer-home/cancer-infantil/4/124